Boletim da Secretaria de Estado de Saúde aponta mais de 10,6 mil casos confirmados da doença em 2026; outros dois óbitos seguem em investigação.
Mato Grosso do Sul registrou 31 mortes por chikungunya em 2026, segundo o boletim epidemiológico da Secretaria de Estado de Saúde (SES), divulgado na terça-feira (13 de outubro). O levantamento, referente à 39ª semana epidemiológica, também aponta 10.676 casos confirmados da doença no Estado.
Entre os municípios com registros de mortes está Itaporã, na região sul de Mato Grosso do Sul. A presença do município na relação reforça a importância de manter os cuidados preventivos e a atenção aos sintomas da doença.
De acordo com os dados oficiais, o Estado contabiliza 12.275 casos prováveis de chikungunya neste ano. Do total de vítimas fatais, 20 apresentavam algum tipo de comorbidade. Outros dois óbitos permanecem sob investigação, conforme o levantamento da SES.
Além de Itaporã, as mortes confirmadas foram registradas em Dourados, Bonito, Jardim, Fátima do Sul, Douradina, Guia Lopes da Laguna, Ponta Porã, Nioaque e Corumbá.
Sintomas exigem atenção
A chikungunya é uma doença viral transmitida principalmente pela picada de mosquitos Aedes aegypti infectados. Entre os sintomas mais comuns estão febre, dores intensas nas articulações, dores musculares, dor de cabeça e manchas na pele.
As dores articulares podem persistir por semanas ou até meses em algumas pessoas, prejudicando as atividades cotidianas.
Ao apresentar sintomas compatíveis com a doença, a recomendação é procurar uma unidade de saúde para avaliação profissional. A automedicação deve ser evitada, pois alguns medicamentos podem aumentar os riscos em casos de doenças transmitidas pelo mosquito.
Itaporã hoje



